Olhem só quem voltou! EUU VI!!!
E agora com um visual novo, acompanhando o verão. =)
Agora sim, o BLOG que fala de tudo um pouco de volta no ar.
E vejam só, 11 dias antes das eleições! Falta pouco né galera?
Como faz muito tempo que não posto, e aproveitando o clima das eleições, eu achei uma compilação muito bacana de políticos no mínimo estranhos.
Confira comigo no REPLAY!
Aproveitando, vou postar um texto de minha autoria. Para quem ainda não decidiu em quem votará, pode ser bom. E não, o texto não puxa a sardinha para lado nenhum. Antes que vocês digam que eu estou defendendo alguem. =P
JÁ QUE É OBRIGATÓRIO, FAÇAMOS DIREITO
E finalmente o momento decisivo está chegando. Estamos a poucos dias das Eleições de 2010. Agora que o três de outubro aproxima-se, e o eleitor já analisou as propostas de todos os candidatos, comparou e já está praticamente decidido em quem votará, ou até mesmo já se decidiu, escolhendo por candidatos com propostas e ideologias compatíveis e obviamente não deixando impressionar-se com propostas surreais, sempre analisando o que o candidato fez anteriormente pelo país, certo? Pois é, seria o certo, porém a maioria não chega nem perto de ter a consciência de quão decisivo torna-se cada voto no momento da eleição e nem se lembra de que ele é válido por quatro anos.
Agora sim, o BLOG que fala de tudo um pouco de volta no ar.
E vejam só, 11 dias antes das eleições! Falta pouco né galera?
Como faz muito tempo que não posto, e aproveitando o clima das eleições, eu achei uma compilação muito bacana de políticos no mínimo estranhos.
Confira comigo no REPLAY!
Aproveitando, vou postar um texto de minha autoria. Para quem ainda não decidiu em quem votará, pode ser bom. E não, o texto não puxa a sardinha para lado nenhum. Antes que vocês digam que eu estou defendendo alguem. =P
JÁ QUE É OBRIGATÓRIO, FAÇAMOS DIREITO
E finalmente o momento decisivo está chegando. Estamos a poucos dias das Eleições de 2010. Agora que o três de outubro aproxima-se, e o eleitor já analisou as propostas de todos os candidatos, comparou e já está praticamente decidido em quem votará, ou até mesmo já se decidiu, escolhendo por candidatos com propostas e ideologias compatíveis e obviamente não deixando impressionar-se com propostas surreais, sempre analisando o que o candidato fez anteriormente pelo país, certo? Pois é, seria o certo, porém a maioria não chega nem perto de ter a consciência de quão decisivo torna-se cada voto no momento da eleição e nem se lembra de que ele é válido por quatro anos.
Mas por que escolher candidatos com propostas e ideologias compatíveis? Ultimamente tivemos grandes divergências no congresso, com direito a ofensas, ameaças e acusações. E isso não acontece apenas no congresso, acontece em muitas câmaras Municipais pelo Brasil afora. Sim, claro que sentar e discutir sobre um tema, e por fim chegar a um consenso, seria a melhor maneira de lidar com a situação, porém a divergência de idéias faz com que por muito mais vezes do que gostaríamos acontecessem essas brigas que apenas culminam em desordem e por fim a não resolução do problema. E os políticos vão para casa sem terem feito nada de fato pelo povo, que por sua vez teve mais um dia de trabalho árduo independente se seus representantes fizeram algo por ele.
Porém, para votar em candidatos que sigam linha de raciocínio semelhante e tenham soluções viáveis para os problemas da população e não apenas em candidatos que quando eleitos tornar-se-ão esbanjadores do dinheiro público, é imprescindível que o eleitor conheça o candidato em quem votará, e não apenas se iluda com uma cesta básica, um bujão de gás ou até mesmo uma promessa de emprego caso eleito. É importante também que seja averiguado o passado do candidato, ou seja, o eleitor deve procurar saber se ele é honesto o suficiente para merecer seu voto. Mas quantas pessoas neste Brasil sabem realmente em quem votarão? Quem sabe quantos candidatos concorrerão ao cargo mais importante do país? Você sabe caro leitor? Pois é, por mais que pareça não, são apenas três os candidatos à presidência. Apesar de ser compreensível que alguns dos nove candidatos sejam simplesmente desconsiderados, levando-se em consideração a falta de “currículo” dos mesmos.
Há aqueles que são conhecidos mais por seus jingles do que pelas suas propostas ou realizações em si, como o José Maria Eymael, o "Ey Ey Eymael, um democrata cristão". Eymael já está em sua terceira eleição, já tendo disputado também as de 1998 e 2006, obtendo em ambas uma contagem ínfima de votos.
E o candidato que é metalúrgico, dirigente de um partido de esquerda, luta contra a burguesia e pela igualdade social? Pensou que eu estava falando do Lula, não é?. Mas este é o perfil de Zé Maria, candidato do PSTU à presidência da República. Daqueles socialistas “à moda antiga”, que defente que o Brasil deixe de pagar a dívida pública com o FMI, além da estatização do sistema financeiro, ou seja, todos os bancos teriam um único dono: o Estado. Segue uma linha de raciocínio em que provavelmente deve acreditar que a URSS ainda voltará a ser potência e dominará o mundo com mísseis nucleares.
E por falar em esquerdistas, vejam só quem está concorrendo novamente à presidência, o Dr. Plínio de Arruda Sampaio, com suas oitenta primaveras completadas em 26 de julho, é advogado, foi promotor público e deputado federal. O PSOL (Partido Socialista Liberal) é seu quarto partido em seus 50 anos de vida pública. É ex-petista, assim como Marina Silva, católico e defende a Teologia da Libertação. Nesta Teologia, a situação de pobreza é denunciada como pecado estrutural e estas teologias propõem o engajamento político dos cristãos na construção de uma sociedade mais justa e solidária, cujo projeto identifica-se com ideais da esquerda. Nas últimas eleições (2006) foi candidato ao governo de São Paulo.
Ainda citando o pessoal da esquerda, Ivan Pinheiro é mais um candidato à presidência. Ivan Martins Pinheiro sempre foi ativista político, porém nunca conseguiu realmente se eleger, nem mesmo em 2000 quando foi candidato a vereador pela prefeitura do Rio de Janeiro. Em 2006 foi candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro e apoiava a candidata Heloísa Helena para presidente.
Outro candidato acostumado com a baixa popularidade, é Rui Costa Pimenta. Filiado ao Partido da Causa Operária é formado em jornalismo, atuou nos movimentos estudantil e sindical. Foi também um dos fundadores do PT (Partido dos Trabalhadores), sendo porém expulso posteriormente. Impedido pelo Tribunal Superior Eleitoral de disputar as eleições de 2006 por causa da soma mínima de votos obtida pelo candidato em 2002: 0,045% dos votos apenas.
As candidaturas baseadas em propostas absurdas sempre fizeram parte do cenário político brasileiro. Nestas eleições, Levy Fidelix é conhecido principalmente por sua proposta do “Aerotrem” que consiste em uma ferrovia construída com um único trilho em oposição às ferrovias tradicionais que possuem dois trilhos paralelos. Segundo Levy, o “Aerotrem” resolveria o problema de transporte da população. A idéia do monotrilho é tirada do mesmo modelo que existe em Wuppertal na Alemanha, construído em 1901 e que por sinal encontra-se em funcionamento.
Estando também em uma época em que o desenvolvimento sustentável é um tema mundialmente abordado, a candidata Marina Silva ganhou até então a simpatia de uma quantidade razoável de eleitores. Com propostas defensoras de uma maior democratização garantindo a liberdade de expressão, sustentabilidade e preservação do meio-ambiente, a acreana Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, foi quem mais aproximou-se de Dilma e Serra nas pesquisas de intenção de voto, sendo candidata pelo Partido Verde. Marina foi ministra do Meio-Ambiente de 2003 a 2008, durante o governo de Lula, o qual na época era seu companheiro de partido, quando recebeu em 2007, o maior prêmio das Organização das Nações Unidas (ONU) na área ambiental - o Champions of the Earth (Campeões da Terra).
Os outros dois candidatos, já bem mais conhecidos pela população, são teoricamente os concorrentes diretos pelo cargo máximo da nação. José Serra, candidato do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), após perder as eleições de 2002 para Lula, se elegeu em 2004 como prefeito de São Paulo. Porém em 2006 deixou a prefeitura nas mãos de seu vice, Gilberto Kassab, para concorrer às eleições para governador de São Paulo daquele mesmo ano. Para disputar a presidência novamente, Serra depôs do cargo de governador em abril deste ano, deixando a incumbência mais uma vez para seu vice, Alberto Golman. O tucano, que tem propostas como a ampliação de escolas técnicas e profissionalizantes, investimento para melhorar o ensino na sala de aula e criação de clínicas para usuários de drogas, busca subir novamente nas pesquisas, sendo que nos últimos meses teve uma acentuada queda de popularidade.
Já a economista Dilma Roussef, candidata da situação, conta com o apoio do presidente Lula, o que aparentemente está sendo um fator decisivo na corrida presidencial. Conta também com propostas como erradicação do analfabetismo no país e a ampliação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), mas em sua essência enfatiza a “manutenção” do governo do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e apresenta-se para a população como uma continuação do que vem sendo feito no atual governo petista. Dilma tem uma vida pública bastante longa e com muitos fatos e boatos acerca de seu passado. Mas além de já ter sido Ministra de Minas e Energia, Ministra-Chefe da Casa Civil, e “mãe” do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), segundo o prórpio Lula, a candidata também conta com fatores negativos em sua campanha que vão desde a investigação de favorecimento no caso Varig quando era Mistra da Casa Civil, até a acusação de ter cometido atentados terroristas na época em que era militante do COLINA, Comando de Liberação Nacional, uma organização brasileira de extrema esquerda, que surgiu nos anos da ditadura e tinha como objetivo a instalação de um regime totalitário de inspiração soviética no Brasil.
Pode-se dizer então que é essencial pesquisar sobre o candidato antes das eleições analisando a coerência da proposta do mesmo, sempre observando a ideologia partidária por ele seguida, suas principais propostas e seu passado. Ou seja, já que as leis eleitorais permitem que uma grande quantidade de candidatos definitivamente despreparados para assumir um cargo público dispute as eleições, cabe à população observar com calma e escolher com sabedoria para que sempre os quatro anos seguintes às eleições sejam sempre melhores que os quatro que os antecederam. Enfim, que a Ordem e o Progresso sejam predominantes neste país após as eleições.
mto bom Harry =D
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